Severino Vieira
Política
José Marcelino de Sousa
Biografia
Governo da Bahia
Sofreu, em 13 de outubro de 1905, um atentado, cuja autoria nunca foi apurada. Dentre outros, foi acusado da trama o então senador estadual José de Aquino Tanajura, que negou com veemência.
Biografia
Homenagem
Referências
terça-feira, 6 de setembro de 2011
SÉRIE "OS HOMENAGEADOS DAS RUAS DE MACAJUBA"
12:28
jay Ribeiro
Exerceu a magistratura na terra natal, antes de se consagrar à política.
Inicialmente ligado ao grupo de Luiz Vianna, como ele oriundo do Partido Conservador do Império, por disputas internas do grupo, durante a República dele torna-se adversário, junto ao Barão de Jeremoabo, razão pela qual pautou sua administração por desfazer muitas das obras realizadas por seus predecessores, Vianna e Rodrigues Lima. Sua administração foi marcada pela construção do Porto de Salvador e graves crises financeira e com o judiciário e o comércio.
Em 1901 adquiriu o Diário da Bahia, jornal que há dois anos estava fora de circulação, presidindo-o até sua morte, em 1917
José Marcelino de Sousa (São Filipe, 15 de outubro de 1848 — Rio de Janeiro, 26 de abril de 1917) foi um político brasileiro, governou a Bahia.
Nasceu no interior da Bahia formou-se na Faculdade de Direito do Recife em 1870. No ano seguinte foi nomeado Promotor na comarca de Itapicuru e depois Nazaré, onde assumiu em 1873 as funções de juiz.
Ingressando na política, elege-se senador estadual em 1891, para a Constituinte convocada após proclamada a República.
Eleito para o governo do Estado, depois foi ainda senador, estando neste cargo, quando de sua morte, em 1917.
Sua administração foi marcada pelo conflito com o Poder Judiciário, após a desobediência de seu chefe de Polícia, Aurelino Leal, em cumprir um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça.
Ampliou em 78 quilômetros de vias férreas e estadualizou a estrada de ferro de Nazaré. Comprou a companhia Navegação Baiana, ameaçada de cessar suas atividades. Desenvolveu a navegação fluvial.
Tomou empréstimo externo da ordem de um milhão de libras, conseguindo destarte quitar a folha dos funcionários, então com oito meses de atraso.
José Marcelino não concluiu seu mandato: viajou para o Rio de Janeiro, tendo os últimos dias da administração sido responsabilidade do cônego José Cupertino de Lacerda, então presidente do Senado Estadual e seu substituto legal, nas ausências.
José Joaquim Seabra, conhecido como J. J. Seabra, (Salvador, 21 de agosto de 1855 — Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1942) foi um político e jurista brasileiro.
Formado em direito na Faculdade de Direito de Recife em 1877, foi posteriormente professor catedrático e diretor geral nesta mesma instituição. Foi durante breve período também promotor de justiça nomeado.
Ingressando na política, em seu estado natal, Seabra tenta se eleger para a Câmara Baixa nas últimas eleições do Império, em 1889. No ano seguinte, elege-se deputado para a Constituinte Republicana, e logo após, para a Nova Câmara dos Deputados. No governo Floriano Peixoto fez violenta oposição, chegando a ser exilado na Amazônia (Cucuí), depois Montevidéu, retornando com a anistia de 1895. Foi deputado federal em outras três ocasiões, chegando à liderança do governo durante o mandato de Campos Sales, sendo o último mandato como deputado federal de 1916 a 1920, quando volta ao governo baiano pela segunda e última vez.
No governo de Rodrigues Alves ocupou o Ministério da Justiça e Negócios Interiores (1902 - 1906) e, interinamente, o Ministério das Relações Exteriores, de 15 de novembro a 3 de dezembro de 1902. Foi também ministro da Viação e Obras Públicas (1910 - 1912) na presidência de Hermes da Fonseca, e senador. Em 1922, foi candidato a vice-presidente na chapa dissidente "Reação Republicana", encabeçada por Nilo Peçanha, e apoiado pelas oligarquias situacionistas da Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul, derrotada pelo candidato oficial Artur Bernardes. Este, ao final do seu mandato como governador, impôs um exílio pela europa que terminou no seu regresso em 1926, com a eleição de Washington Luís.
Típico político da República Velha, encerrou sua participação na vida pública, a contragosto, com a Revolução de 1930, que apoiou mas sem obter a esperada contrapartida.
É lembrado pela ampla obra de reurbanização empreendida na capital baiana, pela oratória, gestos largos e suas controvérsias políticas.


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